Você já percebeu a importância da mente focada para os campeões olímpicos alcançarem os seus resultados? É esse tipo de foco e dedicação que o criador da neurossemântica, o norte-americano Michael Hall, ensina para quem deseja atingir os seus objetivos pessoais e profissionais de forma eficaz.

“Deve-se empregar todos os esforços para executar determinada atividade, com tempo preestabelecido, e deixar para prestar atenção no restante mais tarde”, recomenda o especialista em neurossemântica, Jairo Mancilha, diretor do Instituto de Neurolinguística Aplicada (INAp), que iniciará no dia 30 de novembro, o curso “Acessando o Gênio Pessoal”, no Flamengo, Rio de Janeiro.

Inúmeras pesquisas em neurociências demonstram que atuar de maneira multitarefa não funciona, e o pior: a eficácia fica comprometida. “O foco é a resposta e a chave para a excelência e o sucesso”, garante Hall, que estuda o tema há mais de 30 anos e já publicou mais de 45 livros, como o “Liberte-se: Estratégias para Autorrealização” (Ed. Qualitymark).

Excelência nos resultados

A neurossemântica é usada, especialmente, para modelar a excelência em empresas para que ótimas empresas continuem ótimas e empresas medianas e boas possam se tornar ótimas. Além disso, ela é usada em processos de coaching, consultoria e liderança. Como a neurossemântica é um modelo sobre os significados que as pessoas desempenham em suas vidas, com ela é possível perceber como cada um está executando suas ações e como é possível focar no que são capazes de fazer para alcançar o que desejam de fato.

É importante avaliar com todos os integrantes - desde quem está na linha de frente até o CEO – se o significado do que fazem é útil, produtivo, solidário e criativo - ou se estaria abaixo do padrão. “A neurossemântica nos dá um processo para mudá-lo, dar continuidade, ou melhorá-lo”, afirma Michael Hall. No treinamento criado por ele, chamado “Acessando o Gênio Pessoal”, são apresentados mais de 10 padrões para a pessoa alcançar o chamado estado de gênio: cada um no seu melhor, com todos os seus recursos mentais e emocionais disponíveis. “É você ser capaz de estar totalmente presente e completamente empenhado em tudo o que está fazendo”, explica o criador da neurossemântica.

Michael Hall cita que até mesmo os grandes gênios como Albert Einstein, Peter Druker e outros são na maioria pessoas comuns extremamente focadas. A capacidade de acessar esse estado plenamente é conseguido com a utilização contínua. “É o mesmo princípio que se aplica quando alguém aprende a ler: à medida que a pessoa pratica, sua habilidade melhora, se torna mais veloz, mais eficiente e eficaz”, compara o especialista.


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