Desenvolver qualidades individuais através da educação se tornou nos últimos tempos um elemento essencial para superar as etapas de instabilidade profissional, já que a demanda de conhecimentos no mercado se nota diretamente nas chances de conseguir um emprego de acordo com suas necessidades. Além disso, os benefícios alcançados por aqueles trabalhadores que têm uma formação tecnológica é mais alta que os que concluíram somente o segundo grau. A força de trabalho se mede hoje em dia pela formação educativa e o desenvolvimento de habilidades em um cargo, que permitam atingir novos objetivos.

Na América Latina é comum que os jovens entrem no mercado de trabalho após terminarem o Ensino Médio. Porém, o que muitos não sabem é que estão em desvantagem em relação aos que possuem maiores níveis educativos e estão mais propensos ao desemprego. Embora sua formação seja necessária, ela ainda é insuficiente. Além disso, há uma crescente instabilidade por falta de qualidades educativas. Sem dúvida, esta é a política adotada por várias empresas, devido ao fato de que as organizações realmente desejam ampliar o número de habilidades aprendidas em sala de aula, incluindo outras de tipo:

  • Sócio-emocional, as quais estão ligadas ao alto nível de compromisso, disciplina e responsabilidade no trabalho;
  • Cognitivas, que se referem aos conhecimentos aprendidos através de estruturas mentais; e
  • Habilidades específicas, que são as capacidades técnicas aplicadas a uma ocupação em particular.

Normalmente, a demanda destas três habilidades (sócio-emocionais, cognitivas e específicas) exige lidar com diferentes capacidades de acordo com a atividade a ser desenvolvida no âmbito laboral, que são alcançadas com mais facilidade, graças à realização de programas curriculares de nível tecnológico e profissionalizante.

Há muitas pesquisas que demonstram que a educação traz grandes benefícios à sociedade, à economia e às pessoas, porque a educação e o trabalho têm um forte vínculo refletido no aumento da produtividade. Ou seja, a educação desenvolve novos conhecimentos sobre as melhorias tecnológicas e permite que o funcionário realize determinadas tarefas com mais confiança, mantendo seu emprego e ainda melhora as condições salariais, porque o empregador sempre estará disposto a pagar pelos conhecimentos práticos de seu funcionário.

Um novo estudo realizado pela Universidade de Georgetown chamado “A Vantagem da Universidade para Superar a Tempestade Econômica”, mostra que “a taxa de desemprego daqueles que têm o Ensino Médio completo está agora em 9,4%, o que é mais que o dobro da taxa de desemprego dos alunos com algum tipo de estudo tecnológico, a qual está em 4,5%”. Por isso, ocupar um emprego bem remunerado e que mostre o nível da educação e experiência da pessoa, é agora um luxo nos Estados Unidos.

Mas não se preocupe, lembre-se de que a instabilidade profissional pode ser superada e é compreensível que os cursos tecnológicos e profissionalizantes não sejam indicados para todos. Porém, é possível desenvolver um plano educativo que enriqueça sua força laboral, que melhore suas condições e satisfaça suas necessidades através de estudos de menor duração.

Fonte: www.educaedu.com

               

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