O auge do uso das mídias sociais pelos brasileiros tem levantado questões que abrangem diferentes campos a serem tratados por especialistas. Um dos pontos mais importantes na atualidade diz respeito ao uso das novas mídias e redes sociais em ambientes corporativos, revelando um dilema a diretores e patrões.

Atualmente, o mundo virtual possui milhões de usuários, se revelando um campo amplo para quem objetiva a lucratividade. O Facebook, por exemplo, maior rede social do mundo, conta com 750 milhões de usuários. No twitter, os brasileiros ocupam hoje o 2º lugar com mais usuários no mundo.

Com base nesses números, é praticamente inegável que tais canais de comunicação já façam parte da vida dos internautas e até mesmo parte da vida social de milhares de indivíduos.

Contudo, até onde isso pode ser viável no trabalho?

Norma David, diretora da agência PlugIdeias, especialista em tendências virtuais e consultora em Marketing Digital, acredita que as ferramentas da web, se bem utilizadas, podem ser excelentes aliadas das empresas, já que possibilitam o compartilhamento de informações instantâneas e a aproximação com o cliente. “Saber o que o público pensa de seu produto ou de sua marca é primordial para que os diretores da empresa tenham uma referência, o que os auxilia nas tomadas de decisões”, conclui.

Segundo ela, enquanto algumas empresas proíbem o uso das redes sociais por parte de seus funcionários, outras tiram vantagem. Uma pesquisa divulgada em julho deste ano pela consultoria Triad OS revelou que 84,6% dos trabalhadores costumam acessar seus perfis nas redes sociais durante o horário de expediente. “É complicado tirar esses meios de contato dos empregados. Por isso acreditamos que as empresas possam se adaptar e sair ganhando com esse novo cenário”, afirma.

Já para a psicóloga e consultora Keyla Ramos, que ministra cursos in company pela agência PlugIdeias, não adianta coibir o uso, mas deve-se haver um bom senso entre empregados e empregador. “Ações preventivas de conscientização e moderação do uso no perfil pessoal ou corporativo são alguns fatores que podem evitar problemas internos. Alguns setores como departamentos de marketing e comercial dependem destas ferramentas para suas estratégias e o tempo conectado pode ser maior, por exemplo,” lembra.

As empresas podem de alguma forma incentivar a presença de funcionários na rede, visando o quesito divulgação. “Há o fator de que o funcionário geralmente veste a camisa de sua empresa e isso pode ser ponto positivo para o proprietário, já que sua marca, produto ou serviço pode ser divulgado de diferentes formas, sem o custo de uma publicidade, por exemplo,” lembra.

Cursos

Visando esta problemática, a PlugIdeias tem oferecidos cursos e palestras às empresas, com o objetivo de educar os funcionários, ajudar na formatação de políticas claras referentes ao uso das mídias sociais e dar dicas de investimentos em soluções de segurança.

Nos dias 5, 6 e 7 de outubro, a agência irá promover o curso de Marketing Digital, e nos dias 26, 27 e 28 do mesmo mês, o curso será específico sobre o uso correto das redes sociais.

Mais informações: www.plugideias.com.br

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