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O uso simultâneo de uma grande quantidade de aplicações nas organizações tem se tornado cada vez mais complexo, revelou o Application Landscape Report 2014, relatório sobre ambiente de aplicações realizado pela Capgemini, um dos principais provedores globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização. Esse emaranhado de sistemas tem pressionado o departamento de Tecnologia da Informação (TI) das empresas e tolhendo a transformação digital. Foram ouvidos mais de mil diretores e tomadores de decisão da área de TI de 16 países, incluindo o Brasil.

De acordo com o estudo, nos últimos três anos, o número de tomadores de decisão que acredita que sua empresa possua mais aplicações do que realmente necessita aumentou de apenas um terço (34%) para quase metade (48%). Somente 37% deles considera que os aplicativos são essenciais. Para aproximadamente 70% dos entrevistados, pelo menos um quinto das aplicações corporativas tem a mesma finalidade e poderiam ser consolidadas e, de acordo com outros 53%, um quinto delas poderia ser descartada ou substituída.

Este não é um problema apenas da área de TI, mas da essência dos negócios. O estudo revelou que 60% dos CIOs acredita que a maior contribuição de seus departamentos à empresa é a introdução de novas tecnologias. Muitos já implementaram soluções de nuvem (56%), mobilidade (54%), sociais (41%) e de big data (34%). Porém, sem um ambiente de aplicações moderno, a TI não tem a capacidade de banda necessária para gerar vantagem competitiva por meio dessas tecnologias. Não é surpresa que, para 76% dos entrevistados, a racionalização é fundamental para atingir os objetivos da companhia.

"Um ambiente de aplicações mal organizado, sobrecarregado e desatualizado gera um problema à equipe de TI, desperdiçando recursos. Entretanto, esse não é uma preocupação do negócio no contexto geral", diz o vice-presidente de Aplicações para a Europa Continental da Capgemini, Ron Tolido. "Num mundo em que todas as partes de uma organização começam a adotar a transformação digital - e dependem da implementação rápida de soluções móveis, sociais, de big data e nuvem para obter vantagem competitiva - um ambiente bem racionalizado se torna uma necessidade estratégica para a empresa como um todo."

O estudo também comprova que, enquanto as organizações ocidentais estão sucumbindo à pressão de sistemas legados, desatualizados e sem uso, os mercados em desenvolvimento estão se beneficiando com um ambiente de TI relativamente novo. Países como a Finlândia e Noruega registram níveis médios de entendimento entre as áreas de negócio e a TI (entre 64% e 69%, respectivamente, acreditam que a relação é satisfatória), enquanto 92% dos respondentes do Brasil, Índia e China confirmam que há um entendimento satisfatório entre ambos.

"Podemos afirmar que mercados emergentes têm uma vantagem significativa quando o assunto é manter a coerência entre o ambiente de aplicações e as metas e objetivos de negócios. Isto pode ajudá-los a liderar iniciativas de transformação digital e representar uma vantagem competitiva importante em relação aos concorrentes ocidentais", continua Tolido.

O Relatório sobre o Ambiente de Aplicações cobre 16 países, sendo 73% dos respondentes de economias desenvolvidas (Austrália, Europa e EUA) e 27% de economias emergentes (Brasil, China e Índia).

Os resultados também foram baseados em um extenso trabalho realizado pelo Centro de Excelência do Programa Wide-angle Application Rationalization (WARP) da Capgemini. O WARP é a oferta da Capgemini voltada para a racionalização de aplicações e transformação da TI, especializada nesse tipo de diagnóstico. Nos últimos quatro anos, atendeu mais de 150 clientes e analisou cerca de 30 mil sistemas, criando importantes benchmarks do setor para a mensuração dos investimentos em tecnologia.

Acesse o relatório completo (em inglês) no link: http://www.capgemini.com/alr

Navegar na internet e socializar com colegas são os principais ladrões de tempo dos funcionários durante o trabalho, aponta pesquisa realizada pela Robert Half com 2.100 CFOs dos Estados Unidos.

Mais de 30% dos entrevistados afirmaram que o principal motivo para a distração de seus colaboradores é a utilização da internet para fins pessoais, incluindo redes sociais, e 27% responderam ser as famosas conversas de corredor.

Para Marcela Esteves, gerente da divisão de Finanças e Contabilidade da Robert Half no Brasil, essa distração pode influenciar e prejudicar a produtividade individual e da equipe. Por esse motivo, é importante saber equilibrar as obrigações profissionais e pessoais para que não seja desperdiçado mais tempo do que o necessário. “Se alguém está gastando mais horas do que deveria para resolver questões pessoais é preciso identificar os motivos. Muitas vezes o profissional pode estar apenas desmotivado e precisando de projetos novos e mais desafiadores”, conclui.

Ainda de acordo com a pesquisa, ligações telefônicas ou e-mails pessoais, reuniões e e-mails corporativos também foram apontados pelos entrevistados como motivos para o desperdício de tempo de seus funcionários, e apareceram no ranking com 20%, 11% e 7% respectivamente.

Fonte: Robert Half

Chegar até a caixa de entrada não é uma certeza de que o seu e-mail será efetivamente aberto, e sequer que o usuário interagirá com a mensagem. No entanto, se a campanha for bem planejada e com estratégias corretamente definidas, o consumidor certamente demonstrará interesse em aderir à campanha, e até mesmo poderá guardá-la na memória.

Nada poderá ser pior para a marca que os e-mails enviados serem encaminhados pelo usuário para a caixa de spam. Afinal, não será simplesmente uma pessoa a menos recebendo a mensagem, mas sim a construção de uma imagem negativa do IP, podendo, inclusive, cair em uma lista negra do provedor, fazendo com que a reputação do seu domínio seja prejudicada e os usuários deixem de receber suas campanhas.

Dessa forma, é essencial evitar que o e-mail seja enviado pelo seu público para a caixa de spam. Para isso, trazemos cinco dicas de como suas ações de e-mail marketing devem se portar:

Jamais use o nome errado na personalização – Colocar o nome do seu cliente na mensagem é importante, pois o usuário tem a sensação de que é especial e gosta de contar com algo no próprio nome. Por isso, enviar uma mensagem chamando-o por outro nome pode deixar a impressão de que a marca não tem vínculo algum com ele, levando-o a não querer nenhum tipo de comunicação com ela.

Não tente vender a todo momento – Campanhas que só mandam para o usuário mensagens vendendo produtos sem estabelecer um relacionamento com ele perdem a grande característica do e-mail marketing. O cliente não deve sentir que as campanhas tentam a todo momento oferecer coisas para ele consumir.

Mantenha a periodicidade e não repita os envios – Esqueça o pensamento de que é necessário continuar mandando e-mails até que o contato abra algum deles. Manter uma periodicidade é essencial: se o cliente não abriu sua peça da primeira vez, talvez você tenha mais sorte na próxima campanha.

Não minta no assunto – O título do e-mail é um dos fatores primordiais para que o usuário abra a campanha. Por isso, tome cuidado: não faça uma linha de assunto que não corresponda ao conteúdo. O usuário se sentirá enganado e poderá enviar a mensagem para a caixa de spam.

Criação do HTML – Jamais construa HTMLs ilegíveis, utilizando somente atributos CSS de posicionamento. Dessa forma, o template chega quebrado, o que cria um ruído de comunicação com o usuário.

Fonte: Virtual Target

Praticar atos sustentáveis é um dever de todos, sejam consumidores, fornecedores, donos de lojas físicas e, acredite, até mesmo de sites. Isso porque, uma pesquisa do Greenpeace aponta que existe mais de 30 milhões de data centers no mundo e o consumo de energia elétrica gerada para manter sites em funcionamento na nuvem já soma quase 700 bilhões de kWh. Nesse ritmo, em 2020 o número deve ultrapassar os índices da França.

A preocupação por um mundo mais limpo e sustentável se faz necessária e norteia a criação de muitas iniciativas que buscam inibir ou até combater danos ambientais. Esse é o objetivo do Selo de Certificação GreenClick: abraçar uma tendência que cresce em todo o mundo e viabiliza-la de forma simples e efetiva.

O propósito do Selo é neutralizar o CO2 emitido pelos servidores que hospedam o site através do plantio de árvores.

Diante disso, veja cinco motivos para sua empresa aderir ao projeto:

Benefícios ambientais – a vantagem de plantar árvores vai além da diminuição do dióxido de carbono. A ação traz outros benefícios para o ambiente. Elas são, por exemplo, agentes importantes no controle de inundações. As mais altas conseguem reter até 70% da água da chuva na sua copa e as próprias folhas absorvem parte da chuva.

Responsabilidade social – um estudo mundial da CDP Brasil 100, Programa Mudanças Climáticas 2013, mostra que as empresas ainda não se adequaram para reduzir a emissão de gás carbônico. O cenário nacional segue preocupante: segundo a WayCom, consultoria ambiental responsável pelo estudo no país, 76% das empresas aumentaram suas emissões diretas e indiretas de CO2, mesmo em uma época em que a sustentabilidade ganhou importância e reconhecimento.

Engajamento – participar de ações pró meio ambiente mostra que a empresa se preocupa com demandas sociais. A situação permite atrair clientes e parceiros que estejam engajados na defesa ambiental. Mais do que analisar lucros, muitos consumidores valorizam empresas que reconhecem e praticam atos sustentáveis.

Fortalecimento da marca – Além dos clientes tradicionais dentro do seu segmento, a empresa passa a ficar conhecida por outras pessoas que, no futuro, podem vir a tornar-se consumidores. Segundo pesquisa do Sebrae, 79% das empresas brasileiras com práticas sustentáveis atraem mais clientes.

Retorno financeiro – adotar um modelo sustentável também garante retorno financeiro. Segundo estudo da Universidade de Harvard, EUA, em 18 anos uma empresa sustentável deu mais lucro do que uma não sustentável. Outro dado do mesmo estudo aponta que o patrimônio das empresas que investiram em sustentabilidade valorizou 33 vezes e o ROI (Return of Investiment) foi de sete vezes o valor investido, dentro deste período. O Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&F Bovespa apresenta valorização em relação ao Ibovespa, principal índice da Bolsa.

São vários os motivos para assumir um compromisso com a sustentabilidade, seja para reverter problemas ou para ser gratificado por isso. O importante é fazer parte de um movimento que pode, de alguma forma, transformar o mundo.

Por Cecília Vick

Telecom foi único setor que observou alta em todos os anos desde 2010; varejo vê queda em relação a 2012, mas alta em comparação com anos anteriores

Em 2013, foram registradas 2.204.158 tentativas de fraude conhecida como roubo de identidade, em que dados pessoais são usados por criminosos para firmar negócios sob falsidade ideológica ou mesmo obter crédito com a intenção de não honrar os pagamentos, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraudes – Consumidor. Isso representa uma tentativa de fraude a cada 14,5 segundos no país Esse resultado é o recorde histórico registrado pelo indicador, apresentado alta de 3,04% em comparação a 2012, em que foram registrados 2,1 milhões de tentativas; alta de 12,39% em relação a 2011, que teve 1,9 milhão e, alta de 17,56% em relação a 2010, com 1,8 milhão.

Telefonia respondeu pelo maior número de registros em 2013, com 951.360, 43,16% do total de tentativas de fraude registradas no ano. Esse número representa uma alta de 26,08% em relação às tentativas de fraude registradas pelo setor em 2012, bem como alta de 85,07% em relação a 2011 e 107,42% em relação a 2010.

Já o setor de serviços – que inclui construtoras, imobiliárias, seguradoras e serviços em geral (salões de beleza, pacotes turísticos etc.) – teve 55.535 registros, equivalente a 29,85% do total. Em relação a 2012, houve queda de 11,85%. Já em comparação com 2011, o setor viu queda de 0,02% e, em comparação a 2010, alta de 14,01%.

O setor bancário é o terceiro do ranking de registros em 2013, com 399.393 tentativas, 18,12% do total. O setor observou alta de 1,89% em relação aos registros de 2012; mas queda de 20,24% em relação a 2011 e queda de 24,55% em relação a 2010.

Já o segmento varejo registrou 160.698 tentativas de fraude contra o consumidor, 7,29% das investidas contra o consumidor em 2013, mas alta de 62,64% em relação a 2011 e alta de 49,58% em relação a 2010. O ranking de tentativas de fraude de 2013 é composto ainda por demais segmentos (1,58%).

Principais tentativas de golpe

É comum que as pessoas forneçam seus dados pessoais em cadastros na Internet sem verificar a idoneidade e a segurança dos sites. Além disso, os golpistas ainda costumam comprar telefone para ter um endereço e comprovar residência, por meio de correspondência, e, assim, abrir contas em bancos para pegar talões de cheque, pedir cartões de crédito e fazer empréstimos bancários em nome de outras pessoas.

Entre as principais tentativas de golpe apontadas pelo indicador da Serasa Experian estão:

1. Emissão de cartões de crédito: o golpista solicita um cartão de crédito usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima e o prejuízo para o emissor do cartão.
2. Financiamento de eletrônicos (Varejo) – o golpista compra um bem eletrônico (TV, aparelho de som, celular etc.) usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima.
3. Compra de celulares com documentos falsos ou roubados.
4. Abertura de conta: golpista abre conta em um banco usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima. Neste caso, toda a “cadeia” de produtos oferecidos (cartões, cheques, empréstimos pré-aprovados) potencializa possível prejuízo às vítimas, aos bancos e ao comércio.
5. Compra de automóveis: golpista compra o automóvel usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima.
6. Abertura de empresas: dados roubados também podem ser usados na abertura de empresas, que serviriam de ‘fachada’ para a aplicação de golpes no mercado.

A Serasa Experian responde diariamente a 6 milhões de consultas, auxiliando 500 mil empresas de diversos portes e segmentos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio, desde a prospecção até a recuperação.

Precaução

A pesquisa revela a importância de o consumidor adotar cuidados simples em seu dia a dia, como:

• Não fornecer dados pessoais para pessoas estranhas;
• Não fornecer ou confirmar suas informações pessoais ou número de documentos pelo por telefone, tomando cuidado com promoções ou pesquisas;
• Não perder de vista seus documentos de identificação quando solicitados para protocolos de ingresso em determinados ambientes ou quaisquer negócios; do mesmo modo, não deixar que atendentes de lojas e outros estabelecimentos levem seus cartões bancários para longe de sua presença sob a desculpa de efetuar o pagamento.
• Tomar cuidado ao digitar a senha do cartão de débito/crédito na hora de realizar pagamentos, principalmente na presença de desconhecidos.
• Não informar os números dos seus documentos quando preencher cupons para participar de sorteios ou promoções de lojas;
• Não fazer cadastros em sites que não sejam de confiança; cuidado com sites que anunciam oferta de emprego ou promoções. Fique atento às dicas de segurança da página, por exemplo, como a presença do cadeado de segurança;
• Cuidado com dados pessoais nas redes sociais que podem ajudar os golpistas a se passar por você, usando informações pessoais, como por exemplo, signo, modelo de carro, time por que torce, nome do cachorro etc.;
• Manter atualizado o antivírus do seu computador, diminuindo os riscos de ter seus dados pessoais roubados por arquivos espiões;
• Evitar realizar qualquer tipo de transação financeira utilizando computadores portáteis conectados em redes públicas de Internet.

Quando for vítima de roubo, perda ou extravio de documentos, a primeira medida é cadastrar a ocorrência gratuitamente na base de dados da Serasa Experian, no link www.serasaconsumidor.com.br. Esta informação estará disponível na mesma hora para o mercado. Depois, o consumidor deve fazer um boletim de ocorrência. Assim, a cada consulta, o concedente de crédito será alertado de que se trata de documentos roubados, evitando que transações sejam realizadas.

O consumidor pode, ainda, consultar gratuitamente o seu CPF em uma das agências da Serasa Experian em todo o país. Os endereços estão no site www.serasaconsumidor.com.br

Definir um orçamento coerente é o melhor caminho para ter um ano de sucesso nos negócios

Ser empreendedor implica em muitos desafios. Não basta ter uma boa ideia e um certo capital para dar início ao projeto. É preciso muito mais. Quem já trilhou este caminho sabe bem do que estou falando. Além do sonho de ter um negócio próprio e disposição para trabalhar muito, é preciso buscar informações sobre diferentes áreas – legislação trabalhista, tributos, relações bancárias e com consumidor, tecnologia, e outras tantas. A lista é grande, as margens nem tanto.

Mas quem busca esse caminho, em geral, tem um propósito que ultrapassa a fronteira da questão financeira. Em geral, o fator que motiva esse movimento tem relação com traços de personalidade – são pessoas que gostam do desafio, que querem trabalhar com mais liberdade de ação, que têm um projeto que não encontrou espaço para ser realizado nas instituições onde trabalhavam. Até por isso, para que a condição de empreendedor e “dono do seu nariz” possa ser mantida, pensar na saúde financeira do seu negócio é fundamental.

Em mais de 20 anos como executiva em um segmento no qual acompanho muito de perto pequenos e médios empresários e, claro, empreendedores em seus primeiros passos, sei que contar com uma boa estrutura de apoio e tomar certos cuidados fazem toda a diferença. Uma iniciativa importante e pertinente com esta época do ano é a de estabelecer um bom orçamento.

Não importa o seu tamanho: organize-se. Analise como foi seu ano anterior, como foram suas vendas, que parcerias resultaram em bons negócios, que praças responderam melhor, onde houve desperdícios que podem ser evitados nesse novo ciclo. Planeje os próximos meses com um caixa realista e faça previsões realistas, ou seja, metas que o mercado sinaliza como possíveis de serem alcançadas. Defina quanto e em que meses irá investir em ações de marketing, em tecnologia, deixe uma margem para imprevistos. Se for necessário tomar crédito, avalie bem onde encontrar os melhores recursos para a sua realidade, as melhores taxas e custo benefício.

Busque ajuda

Quem está começando ou optou por ter uma operação enxuta, precisa ter foco e não pode desperdiçar – nem tempo, nem dinheiro. Avaliar os custos de sua operação e ponderar o que vale a pena e o que agrega valor à sua operação são essenciais.

Na área em que atuo, esse exercício é uma rotina contínua. Como gestora de escritórios virtuais estruturados para prover soluções completas e customizadas aos mais diferentes perfis de clientes, meu desafio de pensar e criar espaços funcionais, com serviços de apoio – desde secretárias, estrutura de telefonia, tecnologia, assessoria jurídica e contábil é diário.

Não arrisque seu futuro por falta de conhecimento. Busque informação e organize sua agenda empresarial para ter um bom ano. Estabeleça-se em um bom ambiente de trabalho, bem localizado, que lhe traga praticidade e apoio operacional na medida do que você precisa e pode remunerar. Assim, você poderá dirigir seu esforço no caminho certo e, consequentemente, conquistar bons negócios.

Mari Gradilone - É Diretora do Virtual Office.

Dicas para melhorar manter seu cliente sempre satisfeito com o serviço oferecido
 
Melhorar a satisfação de meus clientes. Muitos concessionários têm este objetivo traçado para 2014 como parte das resoluções de ano novo. Muitas dessas lojas estão sendo pressionadas pelas montadoras a darem mais atenção à satisfação do consumidor.

É possível notar que a prática do brinde ainda está muito presente. Prefere-se dar um brinde para suavizar um problema do que corrigir o processo.

A verdade é que mudar processos não é tarefa fácil, principalmente quando trabalhamos com produtos caros e com margem reduzida. Para dificultar, o cliente ainda mistura a satisfação com o produto com a satisfação com o atendimento prestado.

Ou seja, medir a satisfação dos clientes requer muita disciplina e em alguns casos muito dinheiro. A notícia boa é que as ferramentas digitais permitem buscar a informação da satisfação de seus clientes sem investir muito. Um e-mail, SMS ou até a boa e velha caixa de sugestões pode auxiliar bastante nesta tarefa. A internet permite que o cliente possa responder a uma pesquisa de seu computador sem ter que atender a uma ligação em algum momento inapropriado.

Outro ponto importante a ser observado é que os mecanismos mais utilizados pelos internautas no Brasil já dispõe de resumo de avaliações de empresas. Entrem no Facebook de uma concessionária e verifiquem que, se ela estiver com o perfil corretamente montado, irão aparecer estrelas abaixo do nome. Estes pontos contêm um agrupamento de informações e a nota final. O Google faz o mesmo.

Por outro lado o site Reclame Aqui é muito utilizado e pode diminuir a expectativa de um novo cliente ao verificar que uma empresa tem diversas reclamações. No final do ano passado um novo portal que pretende permitir não somente reclamações, mas também sugestões e comentários positivos foi lançado. Ele se chama ISC Digital – Índice de Satisfação dos Clientes. Um ambiente onde os clientes de concessionárias podem escrever gratuitamente suas avaliações e sugestões. Mais de 7.000 avaliações já foram realizadas e o movimento é crescente.

Em 2014 monitore estes canais, reveja sua política interna de pesquisas e trate cada reclamação ou sugestão como uma oportunidade de melhoria. Seus próximos clientes ficarão mais satisfeitos do que os que receberam um brinde como troca por um serviço mal feito.

Igor Kalassa - É CEO da 4Life Sistemas e Soluções, agência especializada em CRM Social e Marketing Digital para Concessionárias.

Desde que comecei a atuar no setor de precificação, há mais de 20 anos, percebi que a grande maioria das empresas utiliza seus custos operacionais e os valores praticados pelos concorrentes diretos para definir os níveis de preços de seus produtos e serviços.

Essa tendência não possui maiores estatísticas no Brasil, mas podemos inferir que se trata de instrumento universal. O renomado consultor em gestão empresarial Vithala R. Rao, em pesquisa realizada para a identificação das principais estratégias de preços utilizadas por 199 empresas em três países (EUA, Índia e Singapura), constatou:

a) 26% das empresas utilizam o preço a partir do custo mais margem;

b) 18% precificam através do valor percebido pelo consumidor;

c) 17% tomam como base os preços dos concorrentes;

d) 8% utilizam a “sinalização de preços”, ou seja, cria produtos com qualidades diferentes, ocupando posições premium e de baixo preço, por exemplo;

e) 31% utilizam outras alternativas.

Assim, se considerarmos a soma das estratégias descritas no início do texto, temos 43% do total. Creio que este percentual seja superior no Brasil, pois nossa cultura em precificação é ainda bastante recente e poucas empresas estão preparadas para elaborar estratégias baseadas no valor percebido pelo consumidor, que requer nível elevado de pesquisas e de recursos financeiros.

Entretanto, não tenho a menor dúvida de que, se estiver escrevendo texto sobre este assunto, daqui a cinco anos, o conteúdo será bastante diferente, influenciado por modificações que tendem a refletir o uso de ferramentas mais modernas, tais como o preço a partir do valor percebido e, principalmente, os preços dinâmicos, que procuram identificar a percepção de valor de cada indivíduo, ou grupos homogêneos, tais como adotados na aviação, hotelaria, locação de veículos e no varejo eletrônico.

O preço pelo valor percebido é estabelecido a partir de pesquisas junto a consumidores potenciais, em que serão identificados os principais atributos na decisão de compra e, além disso, o nível de preços que maximiza a margem ou participação de mercado estimada para o item.

Os preços dinâmicos são os utilizados em segmentos que permitem diferenciação de valores a cada consumidor ou grupo de consumidores, no mesmo local ou momento, o chamado “preço certo, no local e horário certos, para o cliente certo”. Setores como aviação, hotelaria, locação de equipamentos e veículos, atualmente, utilizam-se bastante desta prática, com excelentes resultados financeiros.

O mais interessante desta metodologia é que o varejo eletrônico apoderou-se do conceito e vem dele se utilizando, por meio de softwares aplicativos, tornando os preços voláteis com extrema rapidez.

Este modelo “obriga” as empresas a participarem deste processo para manter ou aumentar a competitividade, e o consumidor mais suscetível a preços pode usufruir desta alternância, pois as condições ofertadas podem gerar excelentes oportunidades de compra.

Creio que, em 2018, quando estivermos analisando os processos de precificação no Brasil, teremos evoluído diretamente para estas duas metodologias. Prepare-se para um mundo novo na precificação e abandone, paulatinamente, os preços apenas baseados nos custos e nos concorrentes.

Roberto Assef - É professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e evangelista da Precifica – www.precifica.com.br -, a primeira plataforma de Precificação Inteligente. (rassef@globo.com.br)

Rio de Janeiro e cidades do Nordeste têm a maior oferta entre as cidades-sede, de acordo com um levantamento do Ministério do Turismo. Aluguel aumenta as opções de acomodação durante o mundial

As doze cidades-sede da Copa do Mundo oferecem mais de 4,2 mil imóveis para aluguel. A capacidade total de hóspedes, segundo levantamento do Ministério do Turismo, é de 22,4 mil, que podem ser úteis para aumentar a oferta de acomodações para turistas no período do mundial de futebol.

Os dados constam no levantamento sobre hospedagem alternativa realizado pelo MTur, que identificou a maior oferta na cidade do Rio de Janeiro. Primeiro destino de lazer do país, a capital fluminense tem 2,7 mil imóveis de aluguel com capacidade para atender cerca de 15 mil pessoas. O Maracanã, estádio ícone do futebol nacional, sediará sete jogos da Copa do Mundo.

"Os imóveis para aluguel são uma alternativa aos meios tradicionais, que acrescentam opções aos turistas que estarão se deslocando para acompanhar o mundial", disse o ministro do Turismo, Gastão Vieira.

Depois do Rio, a maior oferta de imóveis de aluguel aparece em três cidades-sede do Nordeste: Salvador (BA), com 507 unidades; Fortaleza (CE), com 365; e Natal (RN), com 216. Juntos, estes apartamentos e casas têm condições de abrigar 5,5 mil indivíduos. Recife (PE) está na sexta posição, com 130 imóveis e capacidade para 624 hóspedes, como mostra a tabela.

Maior destino de negócios do país, a cidade de São Paulo oferece 141 imóveis em condições de atender 512 pessoas. As demais cidades-sede (Brasília, Belo Horizonte, Cuiabá, Curitiba, Manaus e Porto Alegre) possuem, juntas, 188 imóveis disponíveis para aluguel.

“A nossa intenção é oferecer a oportunidade de ampliar a gama de produtos dos estabelecimentos com uma confeitaria de conceito americano, preservando o frescor e o sabor artesanal dos nossos alimentos”

A Just Cupcakes, especializada em traduzir momentos e sensações singulares da cidade de Nova Iorque, após um ano de desenvolvimento, lança a primeira vending machine de cupcakes da América Latina.

Com o objetivo de levar cupcakes caseiros, frescos e saborosos onde está o cliente, a Just Cupcakes Express, é uma máquina de venda automática que pode ser disponibilizadas em cafés, universidades e prédios comerciais, entre outros. “A nossa intenção é oferecer a oportunidade de ampliar a gama de produtos dos estabelecimentos com uma confeitaria de conceito americano, preservando o frescor e o sabor artesanal dos nossos alimentos”, explica a proprietária da Just Cupcakes.

Com tecnologia avançada, a Just Cupcakes Express possui os cupcakes da marca, assim como os brownies e os cookies. No total são seis opções de produtos. A compra é realizada por meio de cartão de crédito ou débito, seguindo as instruções em uma tela de touch screen autoexplicativa. Ao final, a escolha do cliente é disponibilizada dentro de uma embalagem própria.

Com apenas 80cm de frente, 1m de profundidade e 2m de altura, a Just Cupcakes Express necessita apenas de um ponto de rede e um ponto de energia de 220V para o seu funcionamento. Totalmente automatizada, a máquina permite que a central tenha o controle total do estoque e da reposição dos produtos, além do acionamento automático da assistência técnica, quando necessária.

A responsabilidade do investimento, da instalação e da manutenção da Just Cupcakes Express fica sob responsabilidade da própria marca. Neste primeiro momento, a máquina de venda automática estará disponível somente para a cidade de São Paulo, visando os seguintes bairros: Vila Olímpia, Itaim Bibi, Moema, Brooklin e Morumbi.

Maior aplicativo mobile de serviços do mundo, Easy Taxi leva facilidade e agilidade no pagamento de corridas para a capital do Rio Grande do Sul

A Easy Taxi, já presente na capital gaúcha, leva para a cidade a ferramenta que revolucionou o pagamento de corridas de táxi em São Paulo e no Rio de Janeiro, o Easy Taxi Pay. O uso é simples e oferece mais segurança ao usuário e ao taxista, já que diminui o uso do dinheiro em papel e não exige a apresentação do cartão no ato do pagamento.

Ao pedir o táxi o usuário deve solicitar o modo de pagamento e cadastrar seu cartão crédito. No final da corrida, o taxista digita o valor em seu celular e, em apenas um clique, o usuário aprova o pagamento já no seu aparelho.

“Desde o início a ideia era expandir o serviço por todo o Brasil, porém aos poucos. Com o sucesso no Rio de Janeiro e em São Paulo, estamos buscando novas praças para implantar a solução e a cidade de Porto Alegre agora vai experimentar a corrida com pagamento seguro e eficaz”, afirma Tallis Gomes, co-CEO da Easy Taxi.

O aplicativo pode ser baixado em aparelhos com sistemas operacionais Android, iOS, Windows Phone e Blackberry, porém o serviço de pagamento móvel está disponível, por enquanto, apenas para Android e iOS.

https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.easytaxi

https://itunes.apple.com/app/id567264775?mt=8

Nota da redação: Já passou da hora de ter também para o Windows Phone...

Sobre a Easy Taxi

Lançada em abril de 2012, a Easy Taxi, pioneira no serviço móvel de chamada de táxi na América Latina, atua hoje em 23 países, 80 cidades, sendo 32 delas no Brasul e é considerado o maior aplicativo de serviços mobile do mundo. Disponível para iOS, Android, Windows Phone e Blackberry, o app pode ser baixado gratuitamente tanto pelo usuário como pelo o taxista. Com investimentos de mais de R$ 55 milhões, feitos pelo grupo alemão Rocket Internet, especializado em negócios online, pelo Fundo Latin America Internet Holding (LIH) e pela holding iMena, a Easy Taxi já registrou mais de 4 milhões de downloads. Além disso, recebeu as mais importantes premiações concedidas a startups, entre elas: Startup Weekend RIO (2011), IBM Smartcamp Brazil (2011), Startup Farm RIO (2011), TNW Awards Brazil (2012) e Spark Awards (2013).

Foto: Divulgação

Basta perder a carteira de identidade ou o CPF para dobrar a probabilidade de cair em fraudes. Segundo indicador da Serasa Experian, a cada 13 segundos um cidadão brasileiro foi vítima de tentativa de fraude conhecida como roubo de identidade

Janeiro chegou e muitos consumidores aproveitam o primeiro mês do ano para viajar e fazer passeios turísticos. Já o comércio aproveita essa época do ano para ampliar suas vendas, considerando o maior fluxo de pessoas nos centros comerciais das cidades. Mas é nesse momento que tanto o consumidor quanto o comerciante precisam estar atentos para não se tornarem vítimas de golpes, alertam os especialistas em soluções antifraudes da Serasa Experian.

Pesquisas da Serasa Experian apontam que estão mais suscetíveis às fraudes os cidadãos que tiveram seus documentos perdidos ou extraviados. Basta perder a carteira de identidade ou o CPF para dobrar a probabilidade de se ser vítima de uma fraude. Segundo o Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude, apenas em novembro do ano passado, a cada 13 segundos, um consumidor brasileiro foi vítima da tentativa de fraude conhecida como roubo de identidade, em que dados pessoais são usados por criminosos para obter crédito com a intenção de não honrar os pagamentos ou fazer um negócio apresentando-se com uma falsa identidade.

Qualquer pessoa que tiver um documento roubado ou perdido, além de fazer um Boletim de Ocorrência (B.O.), deve cadastrar um alerta no Serviço de Documentos e Cheques Roubados da Serasa Experian, com o objetivo de reduzir o risco e evitar a dor de cabeça de ter seus dados pessoais utilizados por golpistas.

De maneira prática e segura, o consumidor pode fazer gratuitamente o registro do extravio de folhas de cheques e documentos (como Registro Geral, o RG; carteira de trabalho; CPF; carteira de habilitação e título de eleitor) pela Internet, www.serasaconsumidor.com.br/gratuito_roubados.html, ou pelo telefone da Central de Atendimento ao Consumidor, (11) 3373 7272, que funciona nos 7 dias da semana, das 8h às 20h. Se alguém já teve no passado algum documento extraviado e ainda não registrou as informações, também pode realizar o cadastro.

A partir da inclusão dos dados, as informações ficam disponíveis de imediato para todos os clientes da Serasa Experian no país. No caso dos documentos, o alerta fica no sistema de consultas, provisoriamente, por um período de dez dias úteis. Para que permaneça por tempo indeterminado, o consumidor precisa enviar dentro desse prazo o Boletim de Ocorrência e uma declaração formal à Serasa Experian. Já no caso dos cheques, as informações ficam na base de dados por três dias úteis, tempo para que o correntista avise o banco, faça o Boletim de Ocorrência e suste os cheques. Após a sustação, o alerta do cheque permanecerá por tempo indeterminado na base de dados da Serasa Experian.

O comerciante também precisa se proteger. Os golpistas aproveitam essas épocas de concentração popular para agir no comércio fazendo compras com identidade falsa. Estudos dos casos de fraudes confirmadas, dentre os alertas apontados pelas soluções antifraudes da Serasa Experian, constataram uma elevação de 25% de comprovação de golpes no comércio decorrentes de alertas a consultas realizadas durante datas movimentadas e feriados prolongados.

Na hora de realizar uma venda a prazo, o comerciante deve principalmente verificar a consistência dos dados informados e comparar a foto do documento de identificação com a pessoa que se apresenta no estabelecimento. Independentemente do porte, é importante que todas as empresas redobrem a atenção, pois aquelas que não investem em recursos básicos e acessíveis de proteção, podem virar alvos preferenciais, destacam os especialistas em soluções antifraudes da Serasa Experian.

O empresário também pode contar com o auxílio de ferramentas disponíveis no mercado que ajudam a prevenir fraudes, como é o caso do serviço de Alerta de Identidade da Serasa Experian. No momento da venda, o empresário pode fazer uma consulta ao CPF do consumidor e analisar o histórico daquele documento. A partir disso, o serviço avalia o grau de risco para o comerciante indicando se há ou não a necessidade de verificar documentos adicionais de identificação.

A ação de fraudadores pode causar muitos transtornos ao comércio e à população. Confira abaixo dicas de prevenção para o consumidor e para as empresas, sobretudo para as pequenas e médias companhias, preparadas pelos especialistas da Serasa Experian:

Comércio

Antes de realizar uma venda a prazo:
1ª – Peça sempre dois documentos originais (como RG, CPF, Carteira de Habilitação);
2ª – Verifique inconsistências nos documentos apresentados. Por exemplo, se a foto é recente, porém a data de emissão do RG é de quando a pessoa tinha 10 anos de idade ou vice-versa.
3ª – Procure confirmar se as informações fornecidas pelo cliente são verdadeiras, analisando atenciosamente se o nome apresentado nos documentos é o mesmo que consta no comprovante de residência;
4ª – Solicite ao cliente o número do telefone residencial e faça a checagem dos dados naquele instante;
5ª – Consulte alguma ferramenta de prevenção a fraudes disponível no mercado;
6ª – Se a suspeita de fraude for grande e o comerciante não se sentir seguro com a venda, é recomendável pedir que uma parte ou todo o pagamento seja feito à vista.

Consumidor

Cuidados com os documentos:
1ª – Nunca deixe o documento com um desconhecido quando você não estiver por perto;
2ª – Nunca forneça seus dados pessoais para pessoas estranhas;
3ª – Não forneça ou confirme suas informações pessoais por telefone;
4ª – Não perca de vista seus documentos de identificação quando solicitados para protocolos de ingresso em determinados ambientes ou para quaisquer negócios;
5ª – Não informe os números dos seus documentos quando participar de sorteios;
6ª – Mantenha atualizado o antivírus do seu computador diminuindo os riscos de ter seus dados pessoais roubados por arquivos espiões;
7ª – Não faça cadastros em sites que não sejam de confiança; fique atento às dicas de segurança da página, por exemplo, como a presença do cadeado de segurança.

Cuidados com os cheques:
1ª – Procure deixar os cheques separados dos documentos pessoais;
2ª – Não ande com o talão de cheques ou folhas já assinadas; procure portar apenas as folhas que for utilizar no dia;
3ª – Não deixe as folhas de cheques em cima do balcão da loja ou à vista de outras pessoas;
4ª – Quando for preencher o cheque utilize sempre uma caneta própria;
5ª – Evite deixar espaços em branco;
6ª – Procure sempre emitir cheques nominais e cruzados;
7ª – Anote as informações da compra no canhoto do talão.

Muita emotividade aliada ao frenesi das compras pode levar o orçamento muito além do limite!

Mais uma vez chega o fim de ano e, como explica a consultora em saúde financeira e qualidade de vida Suyen Miranda, de São Paulo, chega o tempo do  tradicional ritual de festas, presentes e... vitrines decoradas com o que há de mais belo para nos estimular a comprar, comprar, comprar. "Sei que é duro resistir a tanto assédio, que vem nas ruas, na internet, nas mensagens de celular e em tudo que nos rodeia, e por isso mesmo coloco algumas dicas preciosas para não perder a cabeça levando o bolso junto", alerta a consultora:

1. "Defina o quanto vai gastar com presentes. Neste aspecto seja bem o meio termo: nem economia de guerra nem distribuição de grana pelas ruas. Uma boa forma de definir o quanto vai gastar é separar não mais que 30% do que normalmente é sua renda mensal líquida. Se você tem um salário líquido (aquele valor após todos os descontos) de mil reais, não queira gastar mais que R$300. Deste valor calcule quem irá receber presentes mais caros, quem irá receber somente uma lembrancinha. Ah, se for presentear a si mesmo, lembre que a verba está neste valor.

2. Procure sair sozinho, ou no máximo com alguém que seja mais controlado que você. Ir às compras com toda a família, crianças, amigos, acaba se tornando um programão feito sob medida para maior consumo. Fazer as compras de Natal deve ser algo prático até porque é uma época normalmente de calor no nosso país, o que torna a atividade algo cansativa. Mas se você gosta de ver os shoppings cheios e quer mostrar isso para a família, procure então fazer disso somente um passeio, sendo que as compras ficam para outro momento.

3. Se possível pague tudo à vista. O mês que sucede dezembro é janeiro, tempo de muita despesa anual: impostos, matrícula e material escolar, dentre outros ralos orçamentários. Se você tiver uma fatura grande de cartão para vencer em janeiro, ou ainda cheques pré datados para esta época há o risco de não ter dinheiro para honrar todos os pagamentos. Quer garantir tranquilidade no começo do ano e ainda conseguir bons descontos na hora de pagar? Faça as compras em dinheiro, que em geral traz margem para negociar um desconto sobre o valor no crédito ou no débito.

4. Faça as compras o quanto antes, evitando a semana que antecede o Natal. Sempre há a leva dos retardatários ou dos que esperaram a segunda parcela do 13º. para suas compras, e isso explica o volume de gente a partir do dia 20 de dezembro em todo o comércio. Comprar com um tempo de antecedência ajuda a fazer melhores escolhas, encontrar o tamanho e cor desejada, bem como ter tempo para embalar com carinho cada presente.

5. Presente bom não é necessariamente caro. Pesquise opções interessantes para presentear que fogem do tradicional: peças de artesanato que você mesma pode fazer. Use seus talentos! Crie algo que vá emocionar os presenteados com seu bom gosto, pois muito da graça do presente é o carinho de quem o deu. Se não é o caso de fazer o presente, pesquise bastante e lembre que o presente mais importante é a sua lembrança e afeto. Não vá além das suas possibilidades para presentear; afinal, a pessoa que merece toda a estima do mundo, para você, é você mesmo", finaliza Suyen Miranda.

A poucos dias do Natal, ainda dá tempo de preparar o e-commerce para as vendas no período. De acordo com Adriano Caetano, diretor da Loja Integrada (www.lojaintegrada.com.br), plataforma de criação de loja virtual grátis - a data deve movimentar mais de R$ 3 bilhões no Brasil e grande parte desta quantia será destinada ao comércio eletrônico. “É a maior data do varejo e quem estiver preparado irá aumentar o faturamento e começar 2014 com novos clientes”, explica. O especialista em e-commerce para micro e pequenos empresários mostra abaixo como as lojas virtuais podem ampliar as vendas no período.

1ª) Planejamento – Onde quero chegar? Antes de começar a promover mudanças na loja, pense o que pretende para a data.

2ª) Invista nas fotos – Se não foi possível contratar um profissional, um fundo com cartolina branca e luz direta branca no produto já melhora a qualidade da imagem.

3ª) Produza conteúdo – Hoje o cliente quer saber mais sobre o que compra. Não basta, por exemplo, dizer que é uma bolsa vermelha: informe o tamanho, se cabe um celular, um kit de maquiagem etc.

4ª) Quanto mais opções de pagamento melhor – O índice médio de desistência no carrinho é 60% e um dos motivos é a falta de alternativas para pagar. Tecnologias como a Loja Integrada reúnem várias formas de pagamento e ajudam o pequeno empreendedor.

5ª) Encante – O Natal é uma data festiva e vários empreendimentos se enfeitam para o período. O mesmo deve ocorrer na loja virtual. Se não for possível mudar todo o layout, coloque um banner, um detalhe, algo que mostre que a loja está no clima da festa.

6ª) Limpe seu estoque – Se tem algum produto parado, aproveite para liquidar. Mercadoria no estoque é dinheiro desperdiçado e nada melhor do que um período como o Natal para promover uma oferta.

7ª) Ofereça promoções – Alguns clientes deixam de comprar em uma loja porque não tem frete grátis. Invista em promoções e, se possível, aposte no frete grátis. Clientes também adoram cupons de desconto. Além de criar um relacionamento com o consumidor, também amplia a chance dele voltar a sua loja.

8ª) Facilite a Compra – Ofereça produtos com embrulho de presente, crie categorias com sugestões, com kits para pai, mãe, sogra, por divisões de preço e outras especificações. O final do ano é muito corrido e quanto mais facilidade você oferecer ao seu cliente, maior a possibilidade dele comprar na sua loja.

9ª) Divulgue – Se você não se comunicar, o cliente não chegará até você. Defina seu público e mãos à obra. Redes sociais, Google, blogs, banner em outros blogs relacionados aos seus produtos, comparadores de preços, marketplaces, como o Mercado Livre, e-mail marketing. Use sua criatividade e inove na comunicação.

10ª) Tenha excelência no atendimento – Qualidade, agilidade, proatividade e gentileza são as diretrizes de um bom atendimento. Cuide de seu cliente, envie um mimo, peça feedback, agradeça e se errou, peça desculpas.

Durante 2 dias, a Intervalor realiza a "Virada do Crédito", com grandes descontos para reduzir a inadimplência

Entre os dias 20 e 21 de dezembro acontece a "Virada do Crédito", ação promovida pela Intervalor, empresa há 14 anos no mercado e especializada em BPO (Bussiness Process Outsourcing) de crédito e cobrança. O evento tem o intuito de incentivar os clientes inadimplentes das empresas para as quais presta serviço de cobrança, como Banco Pan, Qualicorp, Cetelem BGN, PDG Construtora, SKY, Recovery Brasil, Credsystem, Banco Bradesco e Bradesco Financiamentos quitarem ou reduzirem suas dívidas utilizando o recurso do 13º salário. Cerca de 400 mil pessoas serão beneficiadas com esta ação.

O diferencial da ação é dar comodidade para os clientes poderem regularizar seus débitos, sem sair de casa, por meio do portal www.viradadocredito.com.br ou aplicativo para mobile. Além disso, para dar suporte à ação, o call center da empresa funcionará ininterruptamente durante 48 horas. "Os nossos colaboradores estarão à disposição para atender os clientes no horário em que julgarem mais conveniente para fazer esta regularização", comenta Phelipe Alvarez, diretor comercial e de marketing da Intervalor.

Essa é a segunda edição da Virada do Crédito. A primeira aconteceu em novembro deste ano e conseguiu uma adesão de mais de 13% dos clientes da carteira da Intervalor e cerca de 45% de pagamentos a mais do que no mesmo período do mês anterior. "Com os descontos que serão oferecidos nessa nova ação, esperamos um retorno maior ainda. É um esforço único que envolve diversas áreas da empresa e 12 fornecedores importantes do setor", finaliza.

Sobre a Intervalor

A Intervalor é uma empresa com sede em São Paulo, que há mais de 14 anos atua na prestação de serviços relacionados ao ciclo de crédito e cobrança para instituições financeiras, empresas de cartões, telecom, construção e serviços.

Com aproximadamente 3.500 funcionários, distribuídos em sete unidades nas principais capitais brasileiras, a empresa é uma das líderes do setor de recuperação de crédito no país.

Para mais informações acesse: http://www.intervalor.com.br

O uso de cartões de crédito e de débito, tanto em lojas físicas quanto em lojas on-line, aumenta nesta época do ano em função das compras de Natal, do Réveillon e das férias escolares.

Segundo a Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), o volume financeiro transacionado por meio de cartões chega a ser quase 40% maior em dezembro, comparado com a média dos demais meses.

É nesse período que aumentam os riscos de fraude e também o descontrole financeiro por parte de alguns usuários. Por isso, a Abecs preparou dicas para ajudar o consumidor a usar o seu cartão de forma planejada e segura. Veja:

Cinco dicas para usar o cartão sem comprometer o orçamento

1ª) Planeje suas compras. Faça uma lista do que precisa comprar e calcule o quanto vai gastar, sempre respeitando a sua capacidade de pagamento. O valor tem que caber no seu orçamento.

2ª) Não use o seu cartão como um complemento de renda ou segundo salário.

3ª) Informe-se sobre descontos, sorteios e promoções para as compras com cartão.

4ª) Fique atento: pequenas parcelas somadas se transformam em um "parcelão", que comprometerá o seu orçamento por vários meses. Lembre-se que em janeiro há despesas típicas de início de ano, como IPVA, IPTU, materiais escolares etc.

5ª) Pague a fatura do cartão no vencimento. Se não conseguir pagar o valor integral, lembre-se: no mês seguinte, tem que pagar o resto mais os juros.

Cinco dicas para usar o cartão com segurança

1ª) Perdeu ou roubaram o seu cartão? Ligue imediatamente para a central de atendimento da administradora e faça o bloqueio na hora.

2ª) Desconfie de e-mails que contêm oferta de produtos a preços muito abaixo do normal ou atualização cadastral. Podem ser e-mails falsos, com o intuito de capturar informações pessoais e de cartão de crédito.

3ª) Pesquise antes de comprar e só realize transações em sites de sua confiança ou que tenham boa reputação na internet.

4ª) Decore a senha. Nunca a guarde junto com o cartão, na carteira ou na agenda do celular.

5ª) Ao fazer suas compras, sempre acompanhe o cartão até o terminal. De preferência, peça que o terminal venha até você.

Final de ano é época de contabilizar os resultados e programar a próxima etapa que se aproxima. Para ajudar a alavancar o sucesso das empresas, Raimundo Godoy, diretor Técnico e Conselheiro do Instituto Aquila, consultoria de gestão avançada, listou algumas tendências de administração que irão fazer a diferença no ano que vem.

“O empresário sabe que teve um aumento na receita, mas não vê o dinheiro porque não conseguiu compreender o processo de forma integrada. É preciso deixar o modelo de gestão tradicional e ir além, desenvolvendo uma inteligência mais competitiva”, afirma o diretor.

Confira as quatro sugestões que podem auxiliar os empreendedores a dar um gás nos negócios e lucrarem mais em 2014.

Alinhamento de Metas

Empresas que têm definidas suas metas sabem onde querem chegar e cada funcionário trabalha de modo a contribuir para isso. “Reconhecer a visão empresarial é o primeiro passo para alcançar o sucesso”, garante Godoy. As cinco maneiras para dar esse primeiro passo são:

1ª) Alinhar a meta e definir estratégias;
2ª) Elaborar projetos estruturais;
3ª) Alinhar responsabilidades, traçando objetivos individuais e compartilhados entre a equipe;
4ª) Acompanhar o processo por meio de informações atualizadas;
5ª) Incentivos através da compensação de esforços aos colaboradores.

Gestão Integrada

O custo e a produtividade estão atrelados e, para a empresa ser eficiente, é preciso produzir mais usando menos recursos. Com a visão unificada, o objetivo é atingir a excelência em diversas áreas simultaneamente, como comercial, operacional, administrativa e financeira, e não exclusivamente em uma.

Valor Agregado

A dica para desenvolver a eficácia e a eficiência do processo de produção é considerar a excelência operacional (custo, produtividade e tecnologia empregados) e comercial (preço e volume oferecido ao mercado). Para obter uma boa gestão é preciso buscar sempre a excelência. Entregar o melhor produto ou serviço com o menor custo.

Gestão por Fábricas Virtuais 

Virtualizar a empresa permite uma visão mais ampla de todos os processos que a envolve e, assim, acompanhar os resultados almejados. “É um modo mais rápido de perceber onde há entraves ao crescimento. Diagnosticados os pontos críticos, é mais simples corrigir o que está impedindo o faturamento máximo”, pontua o Godoy.

Pesquisa da Intel mostra a importância da conveniência e da mobilidade para os usuários; brasileiros preferem usar o tablet em casa, como uma tela complementar

O aumento na variedade de modelos disponíveis no mercado brasileiro e a presença de produtos em todas as faixas de preço estão colocando o tablet na mão de muitos brasileiros – o produto deve ser um dos campeões de vendas neste natal. Um levantamento feito pela IPSOS, a pedido da Intel Brasil, mostrou que 47% dos brasileiros gostariam de ter um tablet, o que confirma a popularidade do dispositivo móvel. No entanto, na opinião de 80% deles o tablet não substitui o PC. Apenas 3% disseram que optariam por levar um tablet no momento em que estavam comprando um computador.

“É um fenômeno natural que a pessoa tenha mais de um dispositivo de acesso à Internet, e o tablet ganha espaço pelo uso intuitivo, mobilidade e interação com outros dispositivos”, conta Rodrigo Tamellini, gerente de smartphones e tablets da Intel América Latina. “As pessoas querem ter as mesmas experiências que elas já tem em um desktop ou notebook, e a expectativa é de que o tablet ofereça a melhor relação entre desempenho e comodidade.”

O mercado brasileiro já oferece uma gama de opções para tablets, com variados preços, tamanhos e características. Para 42% dos brasileiros, não há uma preferência clara pela marca neste segmento. De acordo com a pesquisa da Intel, 49% dos que disseram que pretendem comprar um tablet consultam antes um amigo ou alguém da família que esteja familiarizado com o dispositivo móvel. Por outro lado, 28% deles admitiram escolher o produto de acordo com a indicação do lojista.

Aliando conveniência à independência

Outro estudo realizado pela TNS a pedido da Intel mapeou quais as expectativas das pessoas antes de comprar o dispositivo, e também o modelo de uso após a compra. A pesquisa ouvir 38 mil pessoas em 43 países, entre eles o Brasil.

O PC continua sendo a peça central da vida digital da maioria dos brasileiros – é o equipamento utilizado para efetuar a maioria das atividades online, como acesso a redes sociais, assistir vídeos ou ler notícias. Entretanto, tablets estão se configurando como uma “segunda tela” onde as pessoas encontram não só mobilidade, mas também conveniência.

O acesso à Internet foi apontado como a principal razão para se comprar um tablet por 47% dos entrevistados. A possibilidade de usar o dispositivo a qualquer hora e lugar (39%) e a maior conveniência em relação ao PC (37%) também são fatores de compra decisivos. Embora atinja um público de todas as idades, o tablet tem maior popularidade entre os usuários de 16 a 24 anos. A geração Y usa o dispositivo principalmente para acessar redes sociais e e-mails.

Uma vez adquirido o equipamento, a atividade mais realizada pelos brasileiros é a de tirar fotos, apontada como muito frequente por 50% dos entrevistados – contra apenas 34% na média global. Acesso à internet via wi-fi e e-mails estão tecnicamente empatados como segunda atividade mais desenvolvida com 46% e 45%, respectivamente. Outras atividades preferidas pelos brasileiros são escutar música (33%), uso corporativo (33%), navegar na Internet (32%), apps de mensagens instantâneas (31%) e fazer vídeos (30%).

Embora deem valor à mobilidade, o uso principal do dispositivo se dá dentro do lar – 63% dos donos de tablets usam seus dispositivos à noite, em casa, enquanto 42% têm como local preferido para usar o dispositivo a cama, antes de dormir. As pessoas também preferem usar o tablet enquanto assistem TV (31%), no trabalho (31%), na fila ou aguardando alguma coisa (banco, consultório, supermercado, etc) e até ao mesmo tempo em que usam o telefone (19%). “Fica claro o modelo de uso como tela complementar no seu dia a dia – é todo um novo modelo de uso calcado na praticidade e no imediatismo. O consumidor quer ter a independência e a conveniência dos tablets, em especial se eles entregarem funcionalidades parecidas com as dos PCs”, comentou Tamellini.

Buscando o desempenho superior

2013 marcou a chegada de tablet com processadores Intel ao Brasil, aumentando o leque de opções disponíveis ao consumidor e trazendo equipamentos diferenciados, incluindo modelos 2 em 1 que funcionam como tablets quando o usuário deseja, e como notebook quando necessário. Na opinião de 39% dos brasileiros entrevistados, comprar um tablet com processador Intel seria a primeira opção.

Durante a Computex 2013, em junho, a Intel anunciou a próxima geração da tecnologia da Intel de 22nm para tablets e dispositivos ultraportáteis baseada na nova microarquitetura Silvermont. Com ela, as fabricantes poderão oferecer designs elegantes com 8 ou mais horas de duração da bateria e semanas em modo standby, além de ser compatível para Android e Windows 8.1. Aproveitando o progresso do processador Intel® Atom™ Z2760, os novos produtos baseados no Atom oferecerão um eficiente processamento quad core que dobra o desempenho em relação à geração anterior.

“A Intel e seus parceiros estão ouvindo o mercado e buscando entregar dispositivos que aliem comodidade, velocidade e conectividade. Com diferenciais em desempenho e em economia de bateria, os tablets equipados com processadores Intel já estão disponíveis em todas as faixas de preço e prontos para atender ao modelo de uso dos brasileiros”, enfatiza Tamellini.

Às portas do ano novo, SESCON-SP aconselha contribuintes a já planejarem o futuro de seus negócios e avaliarem suas opções e possibilidades no campo tributário

Com a proximidade da virada de ano-calendário, é o momento de os empreendedores já estudarem as alternativas legais para a redução da carga tributária e impulso aos seus negócios em 2014.

Mas por qual regime de tributos optar: Simples Nacional, Lucro Real ou Lucro Presumido? Antes da opção, de acordo com o presidente do SESCON-SP, Sérgio Approbato Machado Júnior, é preciso fazer uma radiografia profunda do negócio, analisar os números apresentados, realizar simulações e prospecções para o cenário da atividade nos próximos meses e verificar quais alternativas permitidas pela legislação para enquadramento do seu negócio.

"Esta é uma decisão que precisa ser estudada com muito cuidado, com a ponderação de diversos fatores, pois a escolha, que valerá para todo o ano-calendário, pode fazer a diferença entre o sucesso ou fracasso da organização", destaca o líder setorial, ressaltando que esta radiografia, aliada ao conhecimento da legislação, pode reduzir significativamente a carga tributária da empresa dentro da legalidade. "Por isso também é fundamental o auxílio de uma boa assessoria contábil", explica.

Segundo ele, grande parte dos contribuintes tende a optar pelos ditos regimes simplificados, porém, nem sempre eles são as melhores escolhas, podendo, inclusive, aumentar a sua carga tributária.

Sérgio Approbato Machado Jr. também alerta com relação às recentes alterações nas regras de apuração de tributos federais, especialmente as trazidas pela Medida Provisória 627/2013, como as relacionadas ao imposto de renda. Os contribuintes deverão tomar decisões importantes, ainda em 2013, que podem impactar o seu negócio no ano que vem. Um exemplo é a continuidade ou não ao Regime Tributário de Transição, pois esta opção deve influenciar na distribuição de lucros no período.

"Por tudo isso é preciso se antecipar, fazer este estudo, analisar todas as alternativas legais e mudanças recentes para tomar decisões que visam garantir a competitividade da empresa em 2014 e nos próximos anos", finaliza o empresário contábil.

Pesquisa inédita do IBOPE Inteligência sobre a relação da po pulação com o tempo mostra que homens são os que mais reclamam da falta de tempo

Você se sente escravo do tempo? Gostaria que o dia tivesse mais que 24 horas? Compraria mais horas para o seu dia? Para 35% dos brasileiros a resposta é sim e o resultado é ainda mais crítico entre os homens na faixa etária entre 35 e 64 anos, que estão menos satisfeitos com a forma que gastam o seu tempo. O resultado compõe um levantamento inédito realizado pelo IBOPE Inteligência, que analisou pela primeira vez como os brasileiros fazem uso e se relacionam com o tempo, a partir de uma visão 360 graus (quantitativa e qualitativa) de um tema que interfere em todas as dimensões da vida humana.

"Com base na intimidade que temos com o comportamento dos brasileiros, queremos ajudar nossos clientes a desenvolver relações cada vez mais proveitosas e sustentáveis com seus consumidores, cidadãos e sociedade em geral, e essa pesquisa sobre o tempo é uma das nossas iniciativas nesse sentido", diz Silvia Cervellini, diretora executiva de negócios do IBOPE Inteligência.

A pesquisa integrou diversas abordagens qualitativas e quantitativas e constatou que as dimensões de passado, presente e futuro se sobrepõem, identificando uma lógica "presentista", que reforça a teoria do filósofo francês Gilles Lipovetsky sobre o tema.

Por meio do painel online CONECTAí, foram propostas dez situações do dia a dia para que os internautas brasileiros fizessem escolhas entre diferentes experiências - atendimento humano ou eletrônico, ambiente, experimentação de produto, aconselhamento, marca reconhecida etc. - e os tempos gastos para cada situação. Um padrão ficou evidente: a tão falada escassez de tempo é relativa.

Entre os resultados, foi observado que as mulheres se dispõem a gastar até 50 minutos a mais para ter a experiência da aplicação da maquiagem por uma profissional em loja especializada, mas só 10 minutos a mais se puderem apenas experimentar elas mesmas a maquiagem na loja. No caso de exame médico preventivo de baixa complexidade em um laboratório, homens e mulheres gastariam até 1h10min a mais para fazer em laboratório conhecido e bem recomendado, ao invés de um laboratório muito próximo e eficiente, mas desconhecido.

Em relação à alimentação fora de casa, sozinho, em um dia útil, brasileiros gastam até 1h a mais para ter "comida caseira". E quando vão fazer uma refeição com a família ou amigos no final de semana, a tendência é se permitirem gastar até 2h a mais (além das 2h básicas esperadas) se o local tiver diversão/distração/mordomia para crianças, mesmo entre quem não tem filhos. E o "cineminha" com filhos, amigos ou companheiro no final de semana? Para assistir ao filme no shopping que já costumam frequentar, podem gastar até 1h40 a mais, ao invés de irem a um cinema de rua ou um shopping center bem próximo, mas que não costumam frequentar.

As marcas que ficam na memória

A pesquisa nacional domiciliar consultou os brasileiros quanto às marcas e produtos do passado que gostariam de trazer para o presente, além das que eles usam hoje e querem levar para o futuro. Apenas metade dos brasileiros citam marcas que querem levar para o futuro e das mais de 500 marcas mencionadas, somente essas 17 aparecem com pelo menos 1% (em ordem alfabética): Adidas, Avon, Boticário, Brahma, Coca-Cola, Fiat, Havaianas, Natura, Nestlé, Nike, Nokia, Omo, Samsung, Skol, Sony, Volkswagen e Ypê. Todas, como se vê, fazem parte do dia a dia do brasileiro.

Brasileiros realtime

O levantamento verificou que há uma necessidade de que tudo e todos estejam disponíveis em um sistema 24X7 e simultâneo. Tudo o que seja lento ou atrasado, que represente espera, está em desacordo com o tempo pós-moderno. No entanto, o brasileiro não quer necessariamente que todas as atividades tenham um caráter instantâneo: ao contrário, quanto melhor a experiência, mais querem prolongá-la. Para unir todas essas experiências ao mesmo tempo, é preciso ter um perfil realtime.

Ainda na mostra domiciliar, as atividades do último dia útil e do último dia de folga do entrevistado foram lembradas, sendo que todos foram estimulados a falar do que tivessem feito simultaneamente. Considerando certa resistência em assumir a falta de concentração no trabalho ou no estudo, a pesquisa verificou 22% de brasileiros que declaram realizar alguma atividade simultaneamente com outra em seu dia a dia como, por exemplo, utilizar a TV e a internet juntos, TV e rádio, rádio e internet etc.

Dia típico

O estudo também analisou um dia útil típico na vida do brasileiro e descobriu que começa entre 6 e 7 da manhã e acaba por volta das 22h, incluindo cerca de 40 minutos de deslocamentos ao longo do dia. Quando questionados se e quanto pagariam por uma hora a mais no dia, apenas 1/3 dos brasileiros demonstraram interesse na compra, sendo que o valor seria, em média, R$ 50 em um dia útil. Mas os homens tenderiam a pagar R$85 por uma hora a mais em um dia de folga.

10 anos mais jovem?

Outro aspecto analisado foi se as pessoas se sentem mais jovens ou mais velhas considerando sua própria idade. O resultado é um retrato da "juvenilização" da sociedade, pois a maioria dos brasileiros (65%) considera-se 10 anos mais jovem.

O estudo Jogo do Tempo foi realizado durante o ano de 2013 e contou com a participação de clientes do IBOPE Inteligência em sua concepção e discussão de resultados. O estudo se baseou em análises antroposemióticas sobre o tempo, realizou 16 vivências etnográficas com moradores de capitais e cidades do interior do país, quatro tríades geracionais e 10 entrevistas em profundidade com especialistas nas áreas da saúde e bem estar, tecnologia da informação, urbanismo e mobilidade, espiritualidade, psicologia e sociologia. Por meio do Bus (www.ibope.com.br/bus/) também foi realizada uma pesquisa quantitativa de 2.002 entrevistas pessoais com homens e mulheres a partir dos 16 anos em todas as classes socioeconômicas, em 143 munícipios brasileiros de todas as regiões. Além disso, cer ca 1.100 internautas membros do painel online CONECTAí (br.conecta-i.com) também participaram do estudo, mediante entrevistas via web.

Sobre o IBOPE Inteligência

O IBOPE Inteligência é uma organização do Grupo IBOPE que contribui para seus clientes terem conhecimento e compreensão adequados da sociedade e dos mercados onde atuam, auxiliando na tomada de decisões táticas e na elaboração de estratégias no planejamento de negócios. Seu diferencial está baseado em uma equipe multidisciplinar integrada, profissionais altamente qualificados e especialistas no conhecimento do cidadão e do consumidor.

Especialista da consultoria internacional Alvarez & Marsal abordará os principais pontos na pauta sobre cibersegurança e o motivo pelo qual é critico para o negócio, em evento promovido pela FIESP

O tema segurança da informação deveria estar entre os principais desafios na pauta dos líderes de grandes, médias e pequenas empresas, bem como órgãos governamentais, mas não é o que acontece. De acordo com o relatório Information Security Threat Report 18 da Symantec, o Brasil lidera o ranking da América Latina em vulnerabilidade a ataques cibernéticos e está na quarta posição na lista mundial.

O assunto será abordado por William Beer, sócio da consultoria global Alvarez & Marsal, na palestra “Definindo Cibersegurança – O que as empresas brasileiras pensam sobre o assunto?”, que trará um panorama local sobre o tema e abordará a importância do engajamento dos CEOs nas decisões de TI. Segundo o executivo, a maioria das empresas não está preparada para enfrentar os riscos virtuais, como terrorismo e espionagem.

O executivo da Alvarez & Marsal fará parte ainda do painel que discutirá a abordagem de cibersegurança pelas empresas, o papel do CISO (Chief Information Security Officer) nas organizações e o impacto de possíveis ataques. O debate contará com a moderação de Rubens Barbosa, ex-embaixador do Brasil em Londres e Washington.

O evento “Cibersegurança no Brasil - O impacto na confidencialidade e na reputação das corporações” será promovido pela FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), no dia 10 de dezembro. O encontro é gratuito e tem como objetivo debater os principais riscos virtuais e o potencial impacto nas organizações.

Agenda A&M

• Evento Gratuito: Cibersegurança no Brasil - O impacto na confidencialidade e na reputação das corporações

Data: 10 de dezembro
Horário: 08h30 – 13h30
Local: Edifício-sede da FIESP - Av. Paulista, 1313 São Paulo/SP
Inscrições: No site da Fiesp: https://apps.fiesp.com.br/sce/InscricaoEventos/index.asp?codigo=1792

• Palestra A&M: Definindo Cibersegurança – O que as empresas brasileiras pensam sobre o assunto?
Horário: 11h15 – 11h30

• Debate: Por que a atual abordagem sobre Cibersegurança não está funcionando e o que as organizações necessitam fazer?/ O papel do CISO – Exemplos e estudos de caso: Segurança Física x Segurança Cibernética/ O impacto na confidencialidade e reputação das corporações
Horário: 11h30 – 12h45

Sobre Alvarez & Marsal - É uma empresa global de serviços profissionais especializada em recuperação e gestão interina, melhoria de desempenho, serviços de consultoria empresarial, Segurança Cibernética e Forense. Fundada em 1983, a empresa é conhecida pela sua distintiva herança de reestruturação, abordagem hands-on e foco em execução e resultados.

Na opinião do Ministério Público Federal (MPF), sim. A entidade entrou com ação civil pública contra a Caixa Econômica Federal, o Conselho Regional dos Corretores de Imóveis da 4ª Região, o Sindicato dos Corretores de Imóveis de Minas Gerais e a Câmara do Mercado Imobiliário de Minas Gerais , com o objetivo de impedir a cobrança da taxa de corretagem nas negociações dos imóveis remanescentes dos Feirões da Casa Própria.

Atualmente, o comprador é obrigado a pagar uma taxa de 5% do valor total do imóvel referente à comissão do corretor. A cobrança acontece mesmo quando não acontece qualquer interferência de corretores na negociação com o banco. Para o MPF, a cobrança é ilegal, pois se configura como venda casada.

Os imóveis não vendidos nos eventos patrocinados pela Caixa são negociados posteriormente, sem a intervenção dos profissionais. O procurador da República, Fernando de Almeida Martins, autor da ação, questiona a necessidade do pagamento. “Se não foram os corretores que fizeram a aproximação entre o comprador e a Caixa e não havendo sequer a necessidade de utilização da assessoria jurídica disponibilizada pelo CRECI, SINDIMÓVEIS ou CMI, qual o motivo de se impor ao comprador o pagamento da taxa de corretagem?”.

A cobrança obrigatória acontece por causa de um convênio, válido em todo o Estado, firmado entre a Caixa Econômica e os órgãos do setor imobiliário em 2000. No acordo, ainda está descrito que a remuneração será paga pelo comprador.

O MPF busca na Justiça Federal a anulação da cláusula que obriga a intermediação do corretor nas operações de venda direta. Além disso, o MPF tenta a restituição dos valores recolhidos “indevidamente” nos últimos 13 anos. E você, corretor de imóveis, o que pensa a respeito?

Fonte: http://www.imoveismatinhos.com/

Revista RI debate a necessidade de cotas para ampliar a presença de mulheres nos conselhos e cargos de representatividade dentro das empresas.

A proporção de mulheres nos altos escalões das companhias que atuam no Brasil é de apenas 8%. Mesmo com o destaque alcançado por algumas executivas, esse percentual praticamente não mudou nos últimos 15 anos. É o que mostra o estudo produzido pelo Grupo de Pesquisas de Direito e Gênero da Escola de Direito, da FGV. O estudo é o principal destaque da Revista RI de novembro.

A publicação debate a necessidade de cotas para ampliar a presença de mulheres nos conselhos e cargos de representatividade dentro das empresas. Segundo o levantamento, entre 1997 e 2012, quase metade das companhias (48%) não apresentaram ao menos uma mulher em seu conselho de administração e 2/3 (66,5%) não tinham sequer uma mulher na diretoria executiva, apesar da maior escolaridade das mulheres.

A Revista RI, que acaba de chegar às bancas traz a íntegra do levantamento. A revista também poderá ser integralmente acessada em seu formato digital - para iPad, Android, PC e Mac - fazendo o download a partir do site: www.revistaRI.com.br

De olho nas oportunidades locais, o lançamento é parte da estratégia de globalização do veículo, que já está presente na América Latina com o EL PAÍS Américas

O EL PAÍS, jornal global de língua espanhola com maior influência e circulação na Europa e América Latina, anuncia para 26 de novembro o início da sua operação no Brasil com o lançamento do portal brasileiro do EL PAÍS. Para este projeto foi estruturada uma redação sênior em São Paulo, composta por 11 profissionais, além de um correspondente no Rio de Janeiro. A redação estará sob a direção de Luis Prados, que foi correspondente do EL PAÍS no México e responsável pela redação do EL PAÍS Américas.

Como mercado mundial estratégico e país que registra crescimento expressivo de acessos ao site em espanhol do EL PAÍS, o Brasil motivou a criação do site em português que terá reportagens próprias, a partir de informações internacionais. A página também contará com a tradução de conteúdo produzido pelos 350 jornalistas do EL PAÍS espalhados por todo o mundo, além da rede de correspondentes e colunistas, que incluem nomes como Mario Vargas Llosa, Moyes Naim, Rosa Montero, entre outros.

A expectativa do EL PAÍS é de que aconteça um crescimento expressivo de acessos a partir do Brasil. Atualmente, o jornal espanhol possui um público global, com cerca de 15 milhões de usuários únicos mensais (fonte: Comscore 2013), dos quais mais de 40% são provenientes de usuários de fora da Espanha.

“Nosso projeto no Brasil é de longo prazo e prevê investimento nos meios digitais, um mercado em constante crescimento no país. O nosso principal desafio é o de se adaptar a um novo público, já que no Brasil se faz um jornalismo abrangente e de qualidade. Queremos oferecer ao leitor brasileiro uma opção a mais de leitura sobre o que acontece dentro e fora do Brasil, por meio de uma cobertura pautada em profissionalismo, ética, inovação e, sobretudo, jornalismo de qualidade“, afirma Juan Luis Cebrián, presidente do Grupo PRISA, empresa detentora do EL PAÍS.

Segundo Cebrián, a criação do portal brasileiro garantirá uma audiência relevante, o que permitirá a apresentação do EL PAÍS como um veículo de comunicação global em espanhol, e agora também em português, para um grupo de empresas e leitores com interesses dentro e fora do Brasil.

O Grupo PRISA, que detém a marca EL PAÍS, está presente em 22 países, entre eles o Brasil, com marcas como Santillana, Editora Moderna, Salamandra Editorial, Editora Objetiva, Editora Fontanar, UNO Educação, Richmond Educação, entre outras.

Sobre EL PAÍS

EL PAÍS é o jornal diário líder mundial em língua espanhola e referência de jornalismo no âmbito hispano-americano. Foi impresso pela primeira vez em 4 de maio de 1976. Na sua fundação, foi definido como um veículo independente, de qualidade, com vocação europeia e defensora da democracia pluralista. Hoje, o jornal segue fiel a esses princípios editoriais sem que isso o tenha impedido de adaptar-se aos novos tempos: pode-se ler em papel, na Internet, em qualquer formato eletrônico e por meio das redes sociais.

Com 15 milhões de usuários únicos por mês (dados de 2013), o EL PAÍS é líder mundial em imprensa online em espanhol. Cerca de 40% do total de leitores do portal são de fora da Espanha, o que colabora para sua definição como "o jornal global em espanhol". A sede administrativa do EL PAÍS está baseada em Madrid, onde está alocada a redação, escritórios centrais e um de seus parques gráficos. Conta também com uma estrutura similar em Barcelona; redação e edição em Bilbao, Sevilha, Valencia e Galícia. Além disso, o jornal possui sucursais em Washington, Bruxelas e México; correspondentes em Pequim, Jerusalém, Moscou, Berlim, Paris, Londres, Roma, Lisboa e Buenos Aires, além de uma rede de colaboradores em todo o mundo.

Além disso, EL PAÍS mantém acordo com jornais do Chile (La Tercera), México (El Economista), Argentina (La Nación), Estados Unidos (El Nuevo Herald), República Dominicana (El Caribe) e Peru (La República), onde é feita a distribuição em parceria com os veículos associados. Desde outubro de 2001, um suplemento em inglês do EL PAÍS integra a edição espanhola do International Herald Tribune e, com The New York Times, elabora um suplemento em espanhol com conteúdo exclusivo da publicação norte-americana.

Faz uma toda diferença conhecer o estilo comportamental do outro negociador. Os estilos são tendências que as pessoas naturalmente desenvolvem para atingir seus objetivos e vencer barreiras. De acordo com o modelo utilizado pelo autor do livro “Negociação Total”, José Augusto Wanderley, existem quatro tipos de estilos comportamentais que são: catalisador, apoiador, analítico e controlador.

Para facilitar a aceitação, o comprometimento e o fechamento de uma venda é extremamente útil negociar levando em conta as características comportamentais de cada estilo de negociador. Veja a seguir as cinco dicas do especialista, que tem mais de 20 anos de experiência em treinamentos, palestras e consultoria na área de negociação e liderança:

1 - Saiba como abordar cada estilo comportamental

Catalisador – Como ele tem necessidade de reconhecimento, deixe-o se sentir uma pessoa única e singular. Elogie, mas é preciso saber elogiar, isto porque cada pessoa é única e um elogio mal dado pode se transformar numa ofensa. As melhores abordagens são: facilidade, rapidez, novidade, liderança, disponibilidade, e não ficar com muitos detalhes. Esclareça na abordagem qual é a impressão que ele conseguirá passar para os outros a partir dessa aquisição.

Apoiador – Ele precisa se sentir aceito, então, considere aspectos como harmonia, bons sentimentos, boas relações humanas, satisfação garantida, ausência de conflito, assistência e follow up. O que o seu produto irá proporcionar?

Analítico – Esse estilo de comprador não gosta de correr riscos, ele gosta de segurança. Ofereça sistematização, com todos os dados disponíveis, demonstre segurança para a tomada de decisão, mostre a vantagem de decidir e não adiar, e tenha alternativas para a análise. Convém comprovar a idoneidade e legalidade de documentações envolvidas na negociação.

Controlador – Obter resultados é a necessidade desse perfil. Proporcione a sensação de que ele está fazendo um bom negócio, e ainda: com total privacidade. Evite qualquer confronto. Considere a necessidade de atingir metas, os resultados para ganhar tempo e dinheiro, a ação independente. Foque em realização.

2 - Identifique o estilo do cliente

Para identificar o estilo do comprador, o negociador deve estar atento a dois eixos. O primeiro é o dominante-condescendente. Uma pessoa dominante é assertiva, incisiva e que gosta mais de se impor. Já uma pessoa condescendente é uma pessoa mais reativa. O outro eixo é o formal–informal. Uma pessoa formal é mais racional e uma pessoa informal é mais emocional. Assim os catalisadores são dominantes e emocionais. Já os apoiadores são condescendentes e emocionais. Os analíticos são condescendentes e racionais, e os controladores são dominantes e racionais.

3 - Explore bem o estilo do cliente

Os bons negociadores perguntam bastante e estão atentos às respostas que suas ações provocam. Para saber quais as reais necessidades do comprador é importante que se conheça não apenas o estilo comportamental do cliente, mas também que se faça o que em técnicas de venda é conhecido como a fase de exploração, ou seja, coleta e busca de informações. É preciso ter cuidado com conclusões precipitadas. Para realizar uma boa exploração é necessário saber perguntar - e muito - sobre fatos, os problemas, as soluções e os benefícios que o cliente está buscando.

4 – Conheça as suas próprias preferências e aversões

Obviamente, há estilos com os quais preferimos negociar e é fundamental identificar isso. Ficar negociando somente com o seu espelho pode dificultar o alcance das suas metas, e atrapalhar a identificação de oportunidades. Além disso, é necessário agir em toda negociação com elegância e sutileza. Portanto, desenvolva a competência de negociar com pessoas cujo estilo de negociação você gosta menos.

5 - Pratique continuamente até automatizar

Uma vez que se conheça a teoria dos estilos é importante praticar, treinar muito para que possa perceber o perfil do seu cliente automaticamente, sem pensar muito. É preciso ir além da teoria e praticar, assim como dirigir automóvel. Para treinar, pode ser útil começar a identificar as pessoas do seu convívio e exercitar.

Antes do anúncio das últimas versões do gadget, a diferença entre os preços dos iPhones 4S e 5 era de menos de 10%

Levantamento do Zoom (www.zoom.com.br), site comparador de preços e produtos, revela que a maioria dos modelos de iPhone, com exceção do iPhone 4S 64GB, sofreu queda de preços após o lançamento dos novos modelos 5S e 5C. O iPhone 5 64GB, última geração do aparelho comercializada no Brasil, registrou a maior queda no período (05/09 a 02/10), 10%, e pode ser encontrado pelo valor de R$ 2.551,12. Os modelos da mesma versão com capacidade de 32GB e 16GB registram queda de preço de 7% e 4%, respectivamente.

Apenas o iPhone 4S de 64GB apresentou aumento de preço de 7% e hoje custa R$ 2.999,00. Assim, o consumidor que pesquisar antes de comprar e comparar os preços dos modelos constatará que ele pode ter a última geração do aparelho por um valor R$ 447,88 menor do que a versão mais antiga. Já o outro modelo pertencente à geração 4S com capacidade de 16 GB sofreu redução de preço de apenas 2%. E o iPhone 4 8 GB não apresentou variação de preço no período e custa em média R$ 967,12.

A previsão é de que os preços desses aparelhos continuem caindo para que os varejistas possam renovar seus estoques. “Os consumidores podem escolher se preferem aproveitar a baixa dos preços para comprar o seu iPhone ou esperar pelos novos modelos”, afirma Adriano Lopes, CEO do Zoom. O executivo explica ainda que outro fator também importante de ser analisado na hora da compra é comparar os preços considerando tanto a capacidade de memória, quanto a geração do aparelho.

Os novos modelos já foram homologados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e estão liberados para a venda no país. Agora resta aguardar a confirmação da Apple sobre a data oficial da chegada dos novos iPhones e informações sobre os preços sugeridos para comercialização dos aparelhos.

Confira abaixo a tabela com os resultados do monitoramento dos preços dos iPhones 4, 4S e 5, após os lançamentos dos novos modelos da Apple (período de 05/Set a 02/Out):

Smartphone Apple iPhone 5 64GB Câmera 8,0 MP Desbloqueado iOS 6 3G Wi-Fi
Variação de preço: Queda de 10%
Preço Mínimo em 05/Set: R$ 2.849,05
Preço Mínimo em 02/Out: R$ 2.551,12

Smartphone Apple iPhone 5 32GB Câmera 8,0 MP Desbloqueado 3G Wi-Fi
Variação de preço: Queda de 7%
Preço Mínimo em 05/Set: R$ 2.451,16
Preço Mínimo em 02/Out: R$ 2.287,12

Smartphone Apple iPhone 5 16GB Câmera 8,0 MP Desbloqueado Wi-Fi 3G
Variação de preço: Queda de 4%
Preço Mínimo em 05/Set: R$ 2.111,12
Preço Mínimo em 02/Out: R$ 2.023,12

Smartphone Apple iPhone 4S 64 GB Câmera 8,0 MP Desbloqueado 3G Wi-Fi
Variação de preço: Aumento de 7%
Preço Mínimo em 05/Set: R$ 2.799,00
Preço Mínimo em 02/Out: R$ 2.999,00

Smartphone Apple iPhone 4S 16GB Câmera 8,0 MP Desbloqueado Wi-Fi 3G
Variação de preço: Queda de 2%
Preço Mínimo em 05/Set: R$ 1.349,10
Preço Mínimo em 02/Out: R$ 1.319,12

Smartphone Apple iPhone 4 8 GB Câmera 5,0 MP Desbloqueado Wi-Fi 3G
Variação de preço: Não apresentou variação
Preço Mínimo em 05/Set: R$ 967,12
Preço Mínimo em 02/Out: R$ 967,12

Os recentes aumentos no preço do bilhete aéreo, detectados por institutos de pesquisa, mostram que, depois do aumento do dólar nos últimos meses comprometendo parte significativa dos custos das empresas aéreas, não é possível manter a trajetória de redução das tarifas no Brasil, que fez com quem os preços caíssem 43% entre 2002 e 2012 (dados ANAC). “As empresa fizeram a lição de casa para lidar com os custos, por exemplo, trocando aeronaves por outras mais modernas que consomem menos combustível, aprimorando procedimentos e melhorando a gestão. Mas essas medidas chegaram ao limite”, diz o presidente da ABEAR, Eduardo Sanovicz. “Dependemos agora de ações que estão sob a responsabilidade de outros atores, essencialmente na esfera governamental, para mudar a situação de importantes itens de pressão, como a pesada tributação do setor e o preço do combustível, que é de saída 20% mais caro que a média mundial”.

Para a entidade, o cenário do setor aéreo, pelo menos desde meados de 2011, com a estabilização do ritmo de crescimento do PIB brasileiro, é de um desafio muito grande para manter a transferência dos ganhos de produtividade obtidos pelas companhias para os consumidores em face à aceleração na elevação dos custos, motivada, mais recentemente, principalmente pela valorização do dólar, que indexa 60% das despesas das companhias.

“O setor apresentou publicamente as metas até o início da próxima década. Passamos de cerca de 30 milhões de passageiros em 2002 para mais de 100 milhões no ano passado. Queremos chegar aos 200 milhões de passageiros ao ano e dobrar o número de aeroportos atendidos até 2020. Isso é conectividade para o lazer e os negócios nesse país de dimensões continentais, que não será possível de outra forma que não por via aérea. Transporte rápido, eficiente, seguro e confortável – a preços acessíveis – para um maior número de brasileiros em todo o território”, segue Sanovicz. “A tributação eleva fazia sentido quando o transporte aéreo estava restrito a um número pequeno de pessoas, uma elite. Triplicamos de tamanho, nos tornamos transporte de massa, mas a tributação segue a mesma. Deveria, em contrapartida, reduzir-se a um terço. O setor não pede ajuda. Pede condições objetivas para continuar crescendo e contribuir para a construção de um país moderno”, afirma o presidente da ABEAR.

Dois elementos são obstáculos à continuidade da expansão do transporte aéreo e à continuidade da redução dos preços: o querosene de aviação, o combustível específico para as aeronaves, e os tributos. O combustível responde por até 40% das despesas, é reajustado regularmente pela Petrobras, tem uma complexa fórmula de precificação referenciada pelo mercado internacional (portanto dolarizada), e é vendido como se fosse importado, apesar de mais de 80% dele ser produzido no Brasil. Além de ter um preço-base mais caro que a média mundial, no caso dos voos domésticos, está ainda sujeito à tributação estadual pelo ICMS. Isso faz, na prática, que as tarifas para voos domésticos tendam a ser mais caras que as tarifas para voos internacionais, mesmo para distâncias possivelmente equivalentes, como São Paulo-Fortaleza e São Paulo-Buenos Aires, por exemplo. No estado, que é principal polo da aviação nacional, a alíquota é estabelecida no teto de 25%, o que impacta os custos de operação em todo o Brasil.

Essa situação motivou a ida da ABEAR e das companhias aéreas à Brasília, no mês de agosto, para apresentar às autoridades uma lista de propostas para devolver a competitividade à aviação nacional. O setor segue aguardando um posicionamento do governo quanto às propostas encaminhadas.

Sobre a ABEAR - Foi criada pelas cinco principais companhias aéreas brasileiras – AVIANCA, AZUL, GOL, TAM e TRIP, com a missão de estimular o hábito de voar no Brasil. A Associação tem o papel de tratar de questões institucionais do setor aéreo. Entre suas estratégias de atuação estão planejar, implementar e apoiar ações e programas que promovam o crescimento da aviação civil de forma consistente e sustentável, tanto para o transporte de passageiros como para o de cargas. As cinco associadas representam 99% do mercado, empregam 57 mil pessoas, dispõem de mais de 450 aeronaves e fazem cerca de 2.700 voos diários.